Seguidores Leais

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Nota de Repúdio a Gutman Uchôa de Mendonça (mas, afinal, quem é esse sujeito mesmo?)

Terça-feira, 21 de Maio de 2013, o Sr. Gutman Uchôa de Mendonça teve o seu artigo "Estranho Turismo" publicado no jornal A Gazeta na página 17, tratando do problema dos engarrafamentos ocorridos na Rod. ES 060, sentido Guarapari x Vitória, onde faz injustas acusações e críticas absurdas aos policiais militares que atuam no posto do Bptran situado na barra do Jucu. Tal artigo também pode ser lido no site do autor http://www.uchoademendonca.jor.br/default.asp?id=2148 Aqui defendemos nossos amigos policiais, mostrando que o autor do artigo mencionado acima se vale de sua ignorância e desconhecimento para dizer inverdades e idiotices.

    Diz assim Gutman: "Os policiais transformam o local em uma pista, enquanto ficam dentro do posto assistindo ao futebol, sem qualquer sensibilidade para um trânsito que está engarrafado a dez quilômetros, lá pela Ponta da Fruta, enquanto aqueles nobres servidores da polícia Militar estorvam o tráfego, a passagem daqueles que pagam o pedágio e, pior, contribuem com pesados impostos para que o governo paguem seus soldos."

    Ora, dizer assim dos policiais é uma afronta , pois tais trabalham ali em uma jornada de 12 horas, atendendo a acidentes intermináveis, de condutores irresponsáveis, inabilitados, embriagados, apressados, infratores da lei, etc. O regime militar é por si só demasiado cruel e cobra vigilância e comportamento exemplar, pois a profissão não se compara a uma outra como a de um jornalista que pode assistir televisão enquanto trabalha, uma vez que o policial corre o risco de ficar preso por dias no batalhão como forma de punição.

    Vale lembrar que não se trata de falta de sensibilidade manter o bloqueio em frente ao posto policial, Sr. Gutman, pois, caso o senhor desconheça, o militarismo funciona sob o pilar da hierarquia e disciplina, onde tudo o que os praças executam parte de uma determinação dos comandantes oficiais, que estão antenados diretamente com os mesmos políticos interessados em turismo, gente como diretores de Detran, DER, secretários, Deputados, e esse pessoal todo que conhecemos.

    O pedágio da Rodosol vai para os cofres e lucros daquela empresa, que autorizado pelo estado enriquece ás custas de turistas como nós, inclusive policiais. Se o Gutman não sabe, a Rodosol não paga um centavo do meu subsídio (não é soldo). Quanto ao governo, este arrecada milhões e mais milhões de reais com as multas e apreensões feitas pelos que o Uchôa de Mendonça diz "estorvadores do tráfego". E os policiais fazem suas fiscalizações todos os dias em mesas e cadeiras de bar, quando disponíveis (já que faltam materiais deste tipo), na chuva, no sereno da noite, pois o Detran e o estado não oferecem materiais de trabalho à polícia. Então Sr. Gutman, posso afirmar como policial que se o estado não repassa essas arrecadações, o seu dinheiro de imposto não paga maneiras dignas de trabalho. Quanto ao meu salário, mísero e defasado, este sim pode vir dos cofres do estado, do qual uma parte infinitesimal está o seu imposto, mas ainda sim sou funcionário do governo e não teu funcionário. Nós policiais não somos seguranças e propriedade de cidadãos, somos militares do estado, protetores da ordem pública, pois o estado é mais do que todas as individualidades reunidas.

    Continua Gutman: "...não sei por que insistem em passar tanto dissabor numa rodovia que, ao final, serve de pasto para a burrice dos que não imaginam que não há nada mais revoltante do que ser estorvado em seus passos pelo autoritarismo que só serve para desgastar o governo e revoltar quem trabalha.
Pobre Estado que sonha o turismo."

    Chamar de burros e autoritários os policiais que ali seguem determinações mostra o despreparo de Uchôa de Mendonça para criticar tal situação, pois a maior ignorância do contexto parte deste autor, que mais movido pela raiva do que por inteligência, tece funestos comentários, humilhando profissionais que trabalham pela vida dos outros e não para sua própria vida. Uma abordagem que está aquém de um artigo emanado dos que são reconhecidos como intelectuais. Se existe autoritarismo este parte do governo deste estado, que determina por meio de seus coronéis o modelo de policiamento e os pontos de bloqueio policial.

    Após ler este artigo e entrar em contato com amigos policias do Batalhão de Trânsito, os mesmos disseram que quando o governador está na rota citada, o nosso chefe do executivo manda abrir as barreiras, mas assim quando passa, elas se fecham novamente. Pois bem! Sr. Gutman, os militares já saíram do poder, os políticos civis são os responsáveis pelas decisões. Se o estado sonha o turismo, cobre de quem tem o poder para fazer as mudanças. Dessa forma, as pessoas que trabalham podem desfrutar das praias belas de Guarapari, da cerveja gelada, do sol e de passeios com a família. Enquanto os que não trabalham estão lá, fardados em dia de sol quente, ouvindo o rádio, por toda a hora, a lhes chamar para atender os trabalhadores que desfrutam do penoso lazer de um fim de semana de praia.

Fonte: http://www.policiacapixaba.blogspot.com.br/

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Assembléia Geral delibera sobre proposta de realinhamento salarial


Assembleia Geral Unificada dos policiais e bombeiros militares, promovida pela Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Estado (ACS/PMBM/ES),  realizada na manhã desta quarta-feira (22), aprovou proposta a ser apresentado nesta segunda-feira (27), na Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa contendo minuta de projeto de lei com a anexação das escalas especiais e reposição da inflação para as categorias.

Participaram da Assembléia Geral todas as associações, com exceção da ASSOMES. Lideranças da Polícia Civil também se fizeram presentes.

Votou-se também uma assembleia geral conjunta de policiais civil e militares para o dia 25 de junho.
Em tese, com a apresentação dessa proposta, o governo tem até o dia 25 de junho para a presentar uma resposta aos pleitos das categorias.

terça-feira, 21 de maio de 2013

São Paulo terá um candidato da PM ao governo do estado

PDT apresenta pré-candidato da farda para enfrentar Alckmin em 2014
Em meio ao aumento nos indicadores de criminalidade no Estado e a críticas à sua gestão no setor de Segurança Pública, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), terá um adversário de farda na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes no próximo ano. Em reunião realizada na manhã dessa segunda-feira (20), o PDT oficializou a pré-candidatura do deputado estadual Major Olímpio e já se articula para ser a terceira via nas eleições governamentais de 2014.

"Faz 20 anos que o PSDB está no poder e nada foi feito para solucionar esses problemas (de segurança). O PT, em âmbito nacional, também não apresentou soluções. Hoje, a insegurança é o que mais aflige o cidadão paulista, e minha candidatura vem ao encontro dos interesses do povo por mais segurança e dignidade", afirmou o major.

Em seu segundo mandato como deputado, Olímpio apoia-se na bandeira de combate à criminalidade para tentar levar seu nome a toda população do Estado. Membro da Comissão de Segurança e da Frente Parlamentar de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, Olímpio Gomes teve 135 mil votos na última eleição e diz acreditar que com alianças "programáticas" e "muito trabalho" poderá alcançar os votos necessários para chegar ao segundo turno das eleições.

O deputado já se coloca como o candidato que vai acabar com a polarização entre PSDB e PT em São Paulo."Diante dessa crise na segurança pública e com a experiência conquistada ao longo de minha vida pública, vou me colocar como uma 3º via para a população do Estado, como o verdadeiro candidato da mudança."

O UOL conversou, por telefone, com o deputado estadual e, agora, pré-candidato ao Governo de São Paulo, Major Olímpio.

UOL: Deputado, a candidatura é pra valer?

Major Olímpio: Tudo que me dediquei a fazer na vida foi pra valer, por isso eu garanto que vou até o final. Toda candidatura tem nascimento. Podem até achar que é uma aventura, mas vou demonstrar que tenho viabilidade política e posso ser um bom gestor para o Estado de São Paulo.

UOL: O senhor é conhecido por atuar no campo da Segurança Pública. Essa será sua principal bandeira?

M.O.: O tema central será a segurança, mas não serei um candidato monotemático. Há muitos anos venho estudando, viajando o Estado e tenho feito diagnóstico dos diversos setores de atuação do poder público. Sei que é preciso trabalhar ao lado do funcionalismo público, sei da necessidade de descentralizar o orçamento e as decisões políticas e conheço o que aflige a população paulista, que á falta de segurança.

UOL: Como deixar de ser um candidato apenas das Polícias e ser conhecido por toda população em cerca de um ano e cinco meses?

M.O.: Esse é meu grande desafio. Preciso sair dos cerca de 135 mil votos que possuo e superar os 5 milhões para chegar ao segundo turno. Para alcançar essa meta vou, a partir de hoje, intensificar minhas viagens, meus estudos, minhas conversas com o único objetivo de criar musculatura política e apresentar um plano de gestão compatível com os anseios do povo paulista.

UOL: É uma quantidade enorme de votos, o senhor acho possível alcançar esse objetivo?

M.O.: É uma corrida contra o tempo. Ninguém tem a pedra filosofal para fazer isso, mas vou trabalhar 24 horas por dia para chegar em 2014 sendo conhecido por toda população de São Paulo.

UOL: A segurança pública é hoje um problema para o governo Alckmin  Nesse cenário, o senhor vê esse tema como um trunfo da sua candidatura?

M.O.: Dizer que a insegurança é um trunfo seria errado de minha parte. Esse descaso com a segurança no Estado gerou essa sensação de insegurança que hoje é o que mais aflige nosso povo. Faz 20 anos que o PSDB está no poder e nada fez para solucionar esse problema. Com tudo isso, é claro que vou trazer esse debate como tema principal de minha campanha, mas não focarei só isso. Como disse, não serei um candidato monotemático.

UOL: Como o PDT decidiu pelo lançamento da sua pré-candidatura?

M.O.: O partido realizou na manhã de ontem (20) uma reunião da executiva nacional. Presente ao encontro, o nosso presidente nacional, Carlos Luppi, falou sobre as expectativa de crescimento da sigla e ponderou sobre o fato de São Paulo ser um dos carros chefes para esse crescimento. Dentro desse cenário, de forma unânime, os membros presentes decidiram que minha candidatura seria o caminho para alavancar o crescimento do partido no Estado e uma alternativa esse modelo de gestão que ai está.

UOL: Além da questão partidária, qual o motivo da candidatura?

M.O.: É claro que existe uma polarização na disputa em São Paulo, de um lado PSDB, e do outro, PT. O PSDB está há 20 anos no poder e há um desgaste visível, já o PT tenta alcançar o comando do Estado depois de conseguir a prefeitura. Diante dessa crise na segurança pública e com a experiência conquistada ao longo de minha vida pública, vou me colocar como uma terceira via para a população do Estado.

Fabio Serapião Do UOL

Tragédia: mais um policial é covardemente morto no ES


Ele foi morto por bandidos na noite desta segunda-feira, em Vila Capixaba, Cariacica-ES. José Bento Sório, 47, reagiu a um assalto. Ele ainda baleou os dois assaltantes, mas também foi atingido por tiros e não resistiu aos ferimentos. O crime ocorreu por volta das 21 horas. 

De acordo com policiais que atenderam à ocorrência, José Bento passava de carro - um Gol cinza - pela Rua Vitória, quando foi abordado por dois homens de moto. O carona anunciou o assalto, mas José Bento sacou a arma e houve troca de tiros. Mesmo baleado, o policial conseguiu atingir os dois bandidos. O policial morava próximo ao local do crime e estava acompanhado da namorada.  Ela não ficou ferida. Muito assustada, não quis falar com a imprensa. 

Um dos assaltantes se refugiou em um barraco logo depois. Ferido,  foi levado pelo Samu para o Hospital São Lucas, em Vitória.  Ele se identificou como Wesley Cardoso dos Santos, mas a polícia não descarta que o nome seja falso. O outro ladrão, identificado  como Kelvis Jacobson, 22 anos, conseguiu abordar um taxista e ordenar que seguisse para o PA de Itacibá. No entanto, a polícia conseguiu localizá-lo e ele também foi levado para o São Lucas. O estado de saúde deles ainda não foi informado. 

Testemunhas contaram que os ladrões estavam bebendo em um bar pouco antes do crime. A moto em que estavam não possui restrição de roubo. Moradores do bairro comentaram que os mesmos bandidos estariam cometendo outros crimes na região há algum tempo, em uma moto preta. 

A perícia constatou sete perfurações no corpo de José Bento Sório, sendo três nas costas, três no braço esquerdo e uma no ombro direito. 

De acordo com o  presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Espírito Santo (Sinpol), Junior Fialho, José Bento Sório tinha 21 anos de atuação na Polícia Civil, além de cerca de oito anos na Polícia Militar cumpridos antes. "Ele estava perto de se aposentar. Era um policial exemplar. É mais uma grande perda para nós", comentou Fialho, que esteve no local do crime. "Não estou triste porque ele era policial. Perdi um amigo. Está na hora de a sociedade discutir melhor essa situação. Não dá mais para ficar colocando bandido na rua. Até quando apenas bandidos terão direitos humanos?", desabafou o investigador. 

José Bento atuava na Delegacia de Viana, e foi policial da Delegacia Patrimonial durante muitos anos.

Receba automaticamente o nosso conteúdo por e-mail

Digite o seu e-mail:

a união é a nossa força