domingo, 28 de fevereiro de 2010
Piso salarial na pauta do dia 02 de março
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
PEC 300 e a apensação da PEC 446
Quando ficamos sabendo que o Deputado João Campos havia protocolado pedido de apensação da PEC 446 à PEC 300, entramos em contato com o Sd Caetano de Goiás para que os companheiros goianos viabilizassem uma comitiva e fossem ao encontro do Deputado João Campos no sentido de sensibilizá-lo, retirando a apensação.Solicito também que todos mandem seus e-mails incessantemente a esse parlamentar e ao Michel Temer para que essa matéria não permaneça apensada. O Fato de já ter sido apensado não significa nada pois na Câmara, esse ato pode ser desfeito. Basta a retirada do requerimento do Deputado João Campos.
Na hipótese de o parlamentar não atender ao nosso pleito, permanecendo essa apensação, o que vai fazer a diferença é a nossa grande mobilização nos dias 2 e 3 por que, como já foi tratado em postagem anterior, a PEC 300 está pré-agendada e será motivo de discussão na reunião do colégio de líderes que acontecerá depois da nossa Marcha no dia 2. Provavelmente, a apensação e o possível texto aglutinativo será alvo de debate.
Pode a PEC 300 ir à pauta apensada a outra PEC?
Com certeza. Se a matéria tiver afinidade, discute-se a PEC 300 em plenário, antes da votação e as forças interessadas na outra PEC entrariam com as chamadas EMENDAS AGLUTINATIVAS, onde um novo texto é montado com base em tudo o que existe dentro dessas PECs que possuem afinidade. Algo que não existe, não pode entrar na aglutinativa, por exemplo, carga horária ou tempo de serviço, já que elas falam em piso salarial.
Na última terça-feira, durante reunião no gabinete da Presidência, Michel Temer relatou que alguns líderes (dos grandes partidos) tem dificuldade de pautar a PEC 300 com o piso declarado em valor (por que sabem que se entrar em votação, passa na hora). Perguntei, qual a dificuldade em se colocar piso com valor nominal na Constituição Federal, haja vista que é CONSTITUCIONAL. Michel Temer me deu a seguinte resposta: "...vai criar um precedente perigoso às outras categorias." Muito engraçado. Entenderam porque tem que ter muita pressão?
Por que é importante a nossa presença?
Além do que já foi falado acima, permanecendo a apensação, a nossa pressão nos corredores e na galeria vai ser mais importante do que nunca para que ao ser colocada em discussão a matéria no plenário da Câmara, as forças contrárias não possam, através de uma emenda aglutinativa, construir um novo texto (e isso só pode ser apresentado no plenário) que venha a ir contra os nossos anseios (igualdade salarial e piso de R$ 4500). Inclusão de uma outra categoria, creio que só irá reforçar as nossas forças.
Lembrem-se: somos somente três deputados mas o que irá impedir as armadilhas do plenário são os nossos companheiros de todo o Brasil fazendo pressão na cabeça dos demais parlamentares.
Deus está no controle. Façamos a nossa parte.
Frente fará mobilização por piso nacional de policiais militares

Fonte: Agência Câmara
25/02/2010 20:22
A Frente Parlamentar em Defesa dos Bombeiros e Policiais Militares prepara para a próxima terça-feira, na Esplanada dos Ministérios, a segunda marcha em defesa da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08. A PEC cria um piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares, com base nos salários pagos no Distrito Federal. O piso seria de R$ 4,5 mil para praças em início de carreira e de R$ 9 mil para oficiais. Os integrantes da frente sustentam que as categorias exercem a mesma atividade em todo o País e, portanto, devem receber igualmente.
O deputado Capitão Assumção (PSB-ES) considera que a equiparação valoriza os profissionais, com reflexos positivos para toda a sociedade: "Hoje os trabalhadores da segurança pública estão sobrecarregados com as suas tarefas normais e ainda têm de enfrentar o trabalho informal [para completar os salários]. Então, suplantaríamos essa questão e teríamos profissionais com dedicação exclusiva. A sociedade sai ganhando.”
Além disso, segundo ressalta ele, há distorções salariais no País que precisam ser corrigidas. O Colégio de Líderes poderá avaliar, na próxima semana, o pedido de inclusão da PEC na pauta do Plenário.
PEC 300 está na pré-pauta da próxima semana
Michel Temer frisou que a PEC 300 já está na pré-pauta e que será debatida na próxima reunião do colégio de líderes, culminando com o primeiro dia da nossa mobilização em Brasília, dia 2 de março.
Portanto, estejam atentos com e-mails que disseminam a discórdia em nosso meio, tentando desestimular a nossa nova mobilização na Câmara Federal.
A nossa pressão maciça é fundamental para que a PEC 300 seja votada e aprovada nessa próxima semana.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Deputados são contra propostas de redução de piso para militares
Fonte:Agência CâmaraO deputado Capitão Assunção (PSB-ES) disse que a Frente Parlamentar em Defesa dos Bombeiros e Policiais Militares não propôs redução do piso salarial das categorias que consta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08. "Esse filho não pertence à frente parlamentar, queremos votar o que foi aprovado pela comissão e foi discutido em 26 estados, em audiências públicas e populares, que é a igualdade salarial. Os policiais militares e bombeiros militares exercem a mesma atividade, então não tem por que terem salário diferenciado", disse.
Segundo ele, a frente está lutando para colocar em votação a PEC como aprovada na comissão especial que analisou o tema, ou seja, com paridade salarial nacional e tomando como base o salário de bombeiros e PMs do Distrito Federal, atualmente os mais bem pagos do País. Seriam R$ 4,5 mil para praças em início de carreira, e R$ 9 mil para oficiais.
Capitão Assunção informou que, na próxima semana, haverá nova mobilização, com uma marcha a Brasília para pedir a votação do piso salarial dos bombeiros e policiais militares. Ele lembrou que há um compromisso do presidente Michel Temer de que a PEC seja colocada em pauta no começo de março.
O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) também se manifestou contra a redução dos valores do texto original. Ele lembrou, no entanto, que uma eventual intervenção federal no governo do Distrito Federal impedirá a votação da PEC pelo Plenário.
PEC 300: traidores capixabas
Mais cedo nós haviamos postado uma notícia afirmando que todas as associações capixabas estavam unidas na 2ª Marcha nacional em prol da votação e aprovação da PEC 300.A previsão de 8 ônibus continua de pé mas infelizmente, o Presidente da ASSOMES, Coronel Serpa, um pelego tradicional, se recusou a contribuir para o envio de ônibus para Brasília.
Como se não bastasse, esse ser desprezível, membro do conselho fiscal da ASPOMIRES, juntamente com o coronel Leite, outro cidadão que só pensa no próprio umbigo, articulou para que a ASPOMIRES também não entrasse com nada.
Esses dois coronéis de última estrela, ganham o mesmo salário que o Governador Paulo Hartung (estão no teto) e não sabem o que é passar necessidade, tampouco se preocupam com os que estão abaixo deles. mas serão lembrados para sempre como os grandes traidores da categoria no Espírito Santo e no brasil. TRAIDORES.
No fundo, eles tem uma grande preocupação em que os bombeiros e policiais, associados que são da ASPOMIRES, depois de saírem do regime de escravidão, com a aprovação da PEC 300, deixem de pegar empréstimos com juros altíssimos nessa ASPOMIRES.
Sabendo da atitude ingrata de vocês, do não empenho de vocês, talvez a categoria comece um movimento de desfiliação da ASSOMES e da ASPOMIRES.
Vocês sabem que essa luta é de todos. o nosso erro foi acreditar que todos estariam juntos nessa luta. Ledo engano. Mas é bom saber quem não se preocupa com a situação caótica dos bombeiros e dos policiais capixabas e do Brasil.
Finalizando: a previsão inicial de 8 ônibus continua de pé. Sem o apoio da ASPOMIRES E ASSOMES.
Aos traidores o desprezo. E PORQUE NÃO UMA DESFILIAÇÃO EM MASSA?
PEC 300 na voz do Brasil
PEC 300: super mobilização em março

Estivemos reunidos em Vitória ontem (22/02) com todas as associações (ABMES, ACS, ASSES, ASSOMES,ADHUCOOP e ASPOMIRES) ligadas aos bombeiros e policiais militares capixabas e ficou acertado que todas elas irão colaborar para que todo aquele que queira participar da marcha em Brasília nos dias 2 e 3 de março, possa ter a garantia de transporte, ficando a cargo do próprio militar a alimentação.
Um banco de nomes (constando nome completo, documento de identidade e telefone) está sendo montado e qualquer um interessado poderá procurar o Cb Ramalho, Presidente da ACS (Associação de Cabos e Soldados da PMBM-ES)o Sgt Araújo, Presidente da ASSES (Associação dos Subtenentes e Sargentos da PM e BMES), o Capitão Vitorino, Presidente da ABMES (Associação de bombeiros Militares do Espírito Santo), O Sgt BM Jozail pela região norte, o Sd PM Firmino e Cb PM Norival pela região Noroeste 1 (Barra de São Francisco e região), o vereador Soldado Olmir Castiglione pela região noroeste 2 (colatina e região), o Sd Almança pela Região Sul e o Capitão Dalcol (gabinete do Deputado Capitão Assumção).
Há uma previsão inicial de disponibilização de 8 ônibus para a grande marcha.
Ressalto nesse ponto, que todas as associações, sem exceção, estão comprometidas em envidar esforços para que o número de companheiros que venham em Brasília em março seja maior do que a primeira manifestação acontecida no início de fevereiro.
Parabenizo, de antemão, a todas as associações capixabas, pela união conseguida com o propósito de contribuir com o resgate da nossa dignidade, inclusive, com a participação dos parlamentares estaduais da categoria, Deputado da Vitória e Deputado Sargento Valter.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
PEC 300: Porta-vozes voluntários nos Estados

Companheiros, para que a nossa grande mobilização no início de março seja altamente centrada e organizada, estamos solicitando aos nobres amigos para que enviem para o e-mail assumcao@gmail.com informações das lideranças nos estados que possam transmitir voluntariamente informações corretas junto aos órgãos de imprensa e junto aos demais bombeiros e policiais, de modo que a nossa marcha dê um excelente resultado: a votação e aprovação da PEC 300.
Abaixo, relaciono antecipadamente alguns desses voluntários e seus respectivos estados:
Acre: Dep ilderlei Cordeiro, Maj Rocha.
Alagoas:
Amapá: Sd Balieiro.
Amazonas: Dep Átila Lins.
Bahia: Dep Tadeu, Sgt Evaldo, Sd Jesus, Al Sgt Pinto.
Ceará: Cb Sabino.
Espírito Santo: Cb Ramalho, Sd Almança, Sd Olmir,Sgt Jozail, Sd Firmino, Sd Roriz, Cap Vitorino, Sgt Araújo, Sd Ribamar.
Goiás: Sd Caetano, Maj Araújo.
Maranhão: Sgt BM Jean Marry, Sd Pm Torres, F. gomes, Ten BM Cleyton.
Minas Gerais: Cb Coelho.
Mato Grosso do Sul: Cb BM Giovani, Sd PM Edmar Soares, Sd PM Kelvim.
Mato Grosso:
Pará: Cb Marlon.
Paraíba: Maj Fábio, Cb Eliane.
Pernambuco:
Piauí: R. Silva.
Paraná: Sgt Fontana, Guedes.
Rio de Janeiro: Dep Carlos Santana, Ten Fernando de Lima, Ten Lauro, Miguel Cordeiro.
Rio Grande do Norte: Canuto.
Rio Grande do Sul: Sd Lucas, Ten Santelano.
Rondônia: Dep Lindomar Garçon, Alberto.
Roraima: Sd Sampaio, Sd Carlos.
Santa Catarina:
Sergipe: Dep mendonça Prado.
São Paulo: Sd Landiosi, Adriana Borgo, ST Clóvis, Élcio.
Tocantins:
Pela PEC 300, PMs ameaçam parar no dia 3

Fonte: Congresso em Foco
Estratégia dos policiais é mandar familiares para as portas dos quartéis. Eles impediriam a saída dos soldados
Edson Sardinha
Policiais e bombeiros militares de todo o país ameaçam cruzar os braços no próximo dia 3 caso a Câmara não vote até o dia 2 a proposta de emenda constitucional que cria o piso salarial para a categoria. Proibidos pela Constituição de fazer greve, os militares apostam em uma estratégia alternativa para suspender seus trabalhos: promover o chamado aquartelamento.
“Os familiares irão para a porta dos quartéis e impedirão a saída dos militares, que não poderão fazer nada”, explica o deputado Capitão Assumpção (PSB-ES), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares. “Isso não contraria a Constituição”, ressalta.
Representantes da categoria vão se reunir em Brasília, no próximo dia 2, para pressionar os deputados a aprovarem a PEC 300/08. A proposta estabelece o piso nacional para policiais e bombeiros militares e estipula que o salário inicial das categorias não poderá ser inferior ao valor recebido pelos colegas do Distrito Federal. Os sindicalistas ameaçam votar o indicativo de paralisação caso os líderes partidários não incluam a proposta na pauta do Plenário na primeira semana de março.
Mas a votação esbarra em dois obstáculos: a eventual intervenção no Distrito Federal e a falta de acordo sobre o texto a ser votado. “Não há acordo. Não abrimos mão de votar o texto aprovado na comissão especial”, diz Capitão Assumpção.
O texto ao qual o deputado se refere é o que fixa em R$ 4,5 mil o piso para praças e em R$ 9 mil o salário inicial de oficiais. A proposta enfrenta resistência dos governadores e dos líderes partidários na Câmara, que alegam que o texto é inconstitucional por criar despesas para os Executivos sem apontar receitas.
Em busca de um entendimento, o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), propõe ajustes na redação, com a incorporção de dispositivos da PEC 446/09, que também estabelece piso para PMs e bombeiros, mas não estipula valor. O novo texto está sendo redigido pelo secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna, e um grupo de deputados ligados aos militares.
De acordo com a proposta em negociação, o piso contemplará os policiais civis e será fixado em R$ 3,5 mil, valor admitido pelo governo federal. Caberá à União ajudar os estados que não tiverem condições de arcar com o salário inicial de PMs e bombeiros.
A proposta também beneficia os policiais civis e os pensionistas e prevê que o piso valerá assim que a PEC for promulgada. Os estados que não conseguirem arcar com o novo piso serão socorridos pelo governo federal. “Isso não existe. Querem diminuir em R$ 1 mil o piso da categoria. Não aceitamos votar outro piso que não seja o de R$ 4,5 mil”, afirma Capitão Assumpção.
Marcha
Representantes da categoria prometem fazer uma marcha com 10 mil policiais e bombeiros na Esplanada dos Ministérios para pressionar os líderes partidários e os integrantes da Mesa Diretora a votarem a PEC 300 na primeira semana de março. Cerca de 5 mil policiais lotaram as galerias e os corredores da Câmara na abertura do ano legislativo para pressionar a Casa a votar a PEC 300. Mas os líderes partidários decidiram segurar a votação. A estratégia agora é intensificar o corpo a corpo com os líderes e os integrantes da Mesa Diretora.
Conforme mostrou o Congresso em Foco, a tramitação da PEC 300 corre o risco de parar no Congresso. Se for decretada a intervenção federal no Distrito Federal, conforme pedido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a votação de propostas de emendas à Constituição ficará suspensa durante todo o período de intervenção. A justificativa é que, para haver emendas à Constituição, os poderes federativos precisam estar em livre funcionamento, o que não ocorre em casos de intervenção.
O pedido de interferência no DF ainda será analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo presidente da República. A solicitação precisa também ser apreciada pelo Congresso.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
PMs e bombeiros ameaçam paralisação nacional caso PEC 300 não seja votada

Fonte: Agencia Congresso
A luta continua; avisa o deputado federal capitão Assumção (PSB). Ele anuncia a próxima marcha a Brasília nos dias 2 e 3 de março.
"Iremos novamente para outra grande mobilização com pelo menos o dobro dos companheiros que foram na anterior. Essa PEC é nossa. Se nós não formos buscá-la votada e aprovada, ninguém vai dar de mão beijada", avisa.
"Faremos nova marcha, agora com mais de 10 mil bombeiros e policiais, todos com a nossa camisa laranja. No dia 2 de março, depois da marcha ás 09:00, faremos as nossas sensibilizações", acrescenta.
Assumção defende o texto aprovado na Comissão Especial (igualdade salarial com o DF e piso de R$ 4.500).
Militares são impedidos de realizar greves. Dai o movimento decidiu colocar familiares dos militares nas portas dos quartéis para impedir que policiais e bombeiros saiam para realizar atendimentos.
A PEC, no entanto, ainda terá que percorrer um longo caminho até a aprovação. Muitos governadores são contra devido ao impacto em suas folhas de pagamento.
Da Bancada capixaba a maioria dos deputados apóia a PEC. Mas o PT está em cima do muro.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
PEC 300: comunicado especial.

Algumas mídias estão publicando que os deputados da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares estão de acordo com a proposta do Deputado Michel Temer em aglutinar a PEC 300, tirando-nos a igualdade salarial com o DF e diminuindo o piso salarial nacional de R$ 4.500 para R$ 3.500.
Isso não é verdade. O que a FREMIL (Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares) não abre mão é de que se vote a PEC 300 da forma que foi votado o relatório do Deputado Major Fábio, na Comissão Especial da PEC 300.
De antemão, aproveito a oportunidade para que todos os companheiros já comecem a divulgar a nossa próxima marcha em Brasília nos dias 2 e 3 de março.
Iremos novamente para outra grande mobilização com pelo menos o dobro dos companheiros que foram na anterior. Essa PEC é nossa. Se nós não formos buscá-la votada e aprovada, ninguém vai dar de mão beijada.
Faremos nova marcha, agora com mais de 10 mil bombeiros e policiais, todos com a nossa camisa de cor laranja.
No dia 2 de março, depois da marcha ás 09:00, faremos as nossas sensibilizações, agora somente aos parlamentares do Colégio de Líderes e Deputado Michel Temer, para que votem ainda na terça (2) o texto aprovado na Comissão Especial (igualdade salarial com o DF e piso de R$ 4.500).
Á tarde iremos nos posicionar na galeria do Plenário e nos corredores da Câmara.
Se o nosso pleito não for atendido, faremos a nossa paralisação nacional na manhã de quarta (3) até que seja votada e aprovada a nossa igualdade salarial.
Contamos com a nossa família para que participem também da paralisação nacional. Nossas esposas e filhos participarão impedindo as saídas das viaturas dos quartéis.
Ou as medidas drásticas acontecem ou nunca teremos vitória.
Se o Presidente Michel Temer quisesse, já teria colocado a PEC 300 na pauta.
Se o governo quisesse, daria a nossa igualdade e o piso por medida provisória.
Vou repetir as palavras do Secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, falando para bombeiros e policiais na nossa mobilização em Brasília: “vocês estão com um pé na porta para conseguirem a PEC 300. Se essa porta se fechar, nem em 50 anos essa porta se abrirá de novo.”
Vamos em busca da vitória da nossa PEC 300, por nossa família. Essa sim nos reconhece e nos valoriza.
Juntos somos fortes. Capitão Assumção
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Capitão Assumção denuncia mudança no texto da PEC 300
Capitão Assumção denuncia articulação do governo para reduzir o piso salarial proposto na PEC 300 e a falta de comprometimento do Presidente Deputado Michel temer em se marcar uma data para a votação. também relata o clima de insatisfação dentro dos quartéis, o que pode gerar manifestações incontroláveis.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Acordo para votação da PEC 300
Nessa manhã, nós, Capitão Assumção (ES), Paes de Lira (SP), Major Fábio (PB), Átila Lins (AM) e Fátima Bezerra (RN), estivemos reunidos com o Secretário geral da Mesa da Câmara Federal, Mozart, para tratarmos de um entendimento no texto da nossa PEC 300, acertado com as presidências legítimas dos bombeiros e policiais que se fizeram presentes ontem na reunião com o Deputado Michel Temer.Para ser bem prático, diferentemente do que planejavam os algozes de plantão, que não se cansavam de apregoar que o piso nominal na Constituição era matéria inconstitucional, o texto está sendo desenhado, agora, incluindo a categoria da polícia Civil. Foi negociado um piso entre R$ 3.200 e R$ 4.500, prevalecendo R$ 3.500 para soldado e R$ 7.000 para tenente.
Nestes termos, a emenda que poderá ser votada em plenário conterá essa modificação. Essa era a manifestação do Presidente Deputado Michel Temer para que a PEC 300 viesse à votação no Plenário pois o governo e uma ala da oposição poderia obstacular a colocação da matéria com o piso anterior na ordem do dia.
Todos sabiam que o valor nominal na CF é matéria constitucional, porque se fosse inconstitucional, o Governo e oposição colocariam a PEC 300 para se votar imediatamente, acabando a pressão na Câmara, e por que não dizer no Senado. Ou seja, se é inconstitucional, vota-se, os parlamentares fazem a parte deles e a insatisfação ficaria por parte de nós próprios. SEMPRE FOI CONSTITUCIONAL O PISO NA CF (vejam dois exemplos que fixam valores no texto constitucional: emenda 20/98 e 41/03).
Diante disso, essa negociação de um valor intermediário (R$ 3.500) foi, depois de terminada a reunião com o Secretário Geral da Mesa da Câmara, levada à discussão com os Presidentes de Associações presentes na Câmara Federal.
Todos foram informados das inclusões a serem feitas na PEC 300 para se colocar para votação. Também ficou bem claro que A PEC 446 NÃO ESTÁ APENSADA NA PEC 300. A PEC 300 votada e aprovada, segue para votação no Senado e a PEC 446, provavelmente encerra o seu curso na Câmara Federal, sendo arquivada, conforme o Secretário Geral Mozart, já que o objetivo da PEC 446 é alcançado nas modificações à PEC 300.
Houve consenso por parte dos líderes de associações, que retornarão aos seus Estados levando essa mensagem de ampliação no texto da PEC 300. Os representantes dos bombeiros e policiais presentes em Brasília ficaram de planejar uma grande manifestação provavelmente para a primeira semana de março para a votação, se houver acordo em se aceitar essas inclusões na PEC 300.
Por essa nova construção, que alcança ativos, inativos, pensionistas e policiais civis a emenda tem eficácia no ato de sua promulgação, ainda esse ano, diferentemente da 446 que prometia o prazo de um ano.
O texto final ainda não foi produzido mas, assim que pronto, será analisado pelos deputados da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros e todos terão ciência do que se irá votar.
Por esse prazo firmado pelo Deputado Michel Temer em reunião com os representantes dos bombeiros e policiais, teremos tempo suficiente de planejarmos junto às associações uma grande mobilização nacional, bem maior do que a primeira, de modo a que a pressão seja suficiente para que se vote a PEC 300 e que seja aprovada.
Ficou claro para o Presidente que os diversos presidentes de Associações de bombeiros e policiais militares é que representavam a categoria e que estariam levando a mensagem de ampliação do texto da PEC 300 e que eles solicitaram ao Deputado Michel Temer que novas reuniões só acontecessem com a presença dos verdadeiros representantes.
Será primordial que se mantenha a pressão nessa Casa de leis, especificamente no Presidente Deputado Michel Temer e no Colégio de líderes. Juntos somos fortes.
Temer pauta PEC 300 para março e irrita militares

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
PEC 300 e as intenções de Michel Temer
A PEC 300 foi construída pelas mãos de todos os bombeiros e policiais militares da nação brasileira em audiências públicas e marchas populares. Não foi plantada.
Reação nos quartéis em favor da PEC 300

sábado, 6 de fevereiro de 2010
PEC 300: a armação na sala de Michel Temer
Assista até o final o vídeo mostrando claramente a armação feita no dia 03 de fevereiro, quarta-feira.
Enquanto todos estavam na galeria da Câmara e nos corredores pleiteando a inclusão da PEC 300 na pauta, os algozes, dentro da sala da Presidência da Câmara maquinavam descaracterizar a PEC 300.
O cidadão fala claramente em aglutinar uma PEC na outra, ou seja, passar a borracha na PEC 300 e copiar o texto da PEC 446.
Vejam até o final pois o Capitão Assumção e Arnaldo Faria de Sá são avisados a tempo e correm para o Gabinete do Deputado Michel Temer.
Capitão Assumção desmascara os traidores e mantém a legitimidade da PEC 300.
Colégio de Líderes: o nosso foco.

Conforme esse pronunciamento do Deputado Ivan Valente, líder do Psol, nesse vídeo, quase todos os líderes assinaram o nosso requerimento pedindo a inclusão na pauta da PEC 300.
Todos perceberam, tanto quem estava em Brasília, tanto quem assistia ao vivo a TV Câmara, que se a PEC 300 fosse pautada, todos votariam a favor.
Na lista que foi passada, o líder do governo, Deputado Cândido Vaccarezza (SP) e o líder do PSDB, Deputado João Almeida (BA) não assinaram. Todos os outros líderes se dispuseram a assinar. O Deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do PMDB, não foi localizado mas os outros companheiros de partido já estavam conversando com ele, a exemplo do Deputado Átila Lins, do PMDB do Amazonas.
No entanto, o Deputado João Almeida me disse que assinar era o que menos importava mas que queria ver o comprometimento dos líderes em relação à PEC 300, na reunião do colégio de líderes para pautar a matéria.
Então, nosso foco tem que ser o colégio de líderes e o Presidente Michel Temer. Nossos e-mails e telefonemas tem que se dirigir para os deputados componentes desse colégio. Infelizmente, só eles é que tem o poder de priorizar as matérias.
Tão importante quanto estar enviando os e-mails e telefonemas é saber demonstrar para os líderes a importância de se pautar o piso salarial nacional.
Há uma tendência de o Presidente Deputado Michel Temer apensar a PEC 300 (a que cria o piso de R$ 4.500) à PEC 446, por intervenção do Senado (que representa o interesse dos Estados), mais precisamente, o Senador Renan Calheiros e de forças que já não são mais misteriosas. É uma medida governista.
Conforme o vídeo do Deputado Ivan Valente (Psol SP), percebemos claramente que o Presidente Deputado Michel Temer poderia ter pautado a PEC 300, mas não o fez. Nós é que temos que batalhar por ela. O governo está agindo.
Os líderes são o foco. Mais precisamente, os líderes dos grandes partidos, como PT, PSDB e PMDB. Os demais, a exemplo do Democratas, já assinaram. Conforme o Deputado líder do PSDB, temos que sensibilizar os líderes de todos os partidos para que eles se pronunciem na reunião do Colégio de líderes pedindo a inclusão na pauta da PEC 300.
A nossa luta é suprapartidária e a nossa causa é legítima.
Uma pergunta que não quer calar. E por que não a PEC 446?
A PEC 446 é o sonho. Mas é o sonho de todo o governo. Porque não diz nada. Não fala em valor de piso. Remete o piso a uma lei federal. Mas e o debate? Como será construído isso? Queremos que a PEC 446 siga o seu trâmite normal na Câmara.
É casuística a fala de quem diz que o governo está propondo o piso de R$ 3.200. É mentirosa e ultrajante. O líder do governo, Cândido Vaccarezza, que pode tratar dessa informação foi enfático em entrevista ao site Congresso em Foco ao dizer que ‘O governo não vai encaminhar posição sobre o tema’.
Se houvesse intenção deliberada de o Governo federal resolver nosso problema faria por Medida Provisória. E não precisaríamos estar marchando para Brasília buscar o que nos pertence.
Finalizando: aos companheiros que ainda acreditam na PEC 446, não se preocupem, ela passa em qualquer tempo, porque não diz nada. Tudo fica para o futuro. Não precisamos fazer mobilização popular. Tampouco rumarmos para Brasília. Ela passa com aprovação de todos os votos dos deputados a qualquer tempo. Sem pressão popular e de galeria vazia.
Estão tirando a gente do front de batalha. A PEC 446 nos afasta da batalha neste ano de 2010 por que interessa aos donos do poder manter-nos amordaçados até o início da Copa do mundo. Tudo vai virar festa. Depois tem eleições. Mais festa.
Se for para termos piso por lei federal, porque o Presidente não edita o nosso piso por Medida Provisória?
Mas a luta que estamos fazendo agora, tem um propósito: livrar-nos das mordaças para sempre. Se não travarmos agora, estaremos fadados à mediocridade para sempre. E sempre estaremos reclamando, reclamando, reclamando, e a bendita lei federal nunca sairá do papel. E nós continuaremos reclamando, reclamando, reclamando...
Prestem atenção: precisamos manter nessa segunda semana a galeria do plenário e o Salão Verde cheios para conter os ataques governistas e os ataques oportunistas.
não há vitórias sem lutas. Pela inclusão da PEC 300 na pauta. Que a PEC 446 siga o trâmite normal dentro da Câmara Federal.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
PEC 300: Estratégia para os dias 9 e 10 fev

Câmara federal corre risco de rejeitar a PEC 300

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
PEC 300 divide Câmara e corre risco de não ser votada

Deputado Distrital impede a votação da PEC 300
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Cabo Patrício: o algoz da PEC 300
No final da tarde, enquanto nós pegávamos as assinaturas dos parlamentares pedindo apoiamento para se votar a PEC 300, recebi um telefonema de um secretário parlamentar que estava próximo à sala da Presidência da Câmara. Esse funcionário disse-me que estava em andamento uma reunião com o Deputado Michel Temer, provocada pelo Deputado Distrital Cabo Patrício. Esse deputado trouxe também o Senador Renan Calheiros (autor da ex-PEC 41, atual PEC446) e o objetivo da reunião era literalmente atrapalhar a votação da PEC 300, pois esses senhores queriam a apensação da PEC 446 (a PEC "ganha mas não leva") à nossa PEC, que está pronta para ser voltada.PEC 300: a luta continua.






PEC 300 - PMs e bombeiros pedem na Câmara equiparação salarial com o DF
Fonte: Jornal da CâmaraEduardo Tramarim
Ato realizado ontem em Brasília reuniu policiais e bombeiros militares de todo o País pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que cria um piso salarial para os policiais e bombeiros militares com base na remuneração do Distrito Federal, a maior do País. Segundo o relator da PEC, deputado Major Fábio (DEM-PB), o piso salarial dessas carreiras deve ficar em torno de R$ 4,5 mil.
O deputado Capitão Assumção (PSB-ES) destacou a organização do movimento, que teve apoio da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares. “Fizemos uma grande mobilização, que começou as 10 horas da manhã, em frente à Catedral, e culminou na chegada, à Câmara federal, de mais de 5 mil bombeiros e policiais militares. Foi uma manifestação bem organizada e disciplinada, como é comum entre os militares de um modo geral”, afirmou.
O parlamentar explicou que o ato ocorreu porque houve, no final do ano passado, o compromisso do presidente Michel Temer de colocar a PEC 300/08 em votação, na Câmara, no começo deste ano.
Distorções - Na avaliação do deputado Arnaldo Faria de Sá, a proposta evita distorções, como o fato de um tenente de São Paulo ganhar menos que um soldado do Distrito Federal. “Os policiais militares de Brasília têm uma remuneração bancada por um fundo do governo federal. Em comparação com os policiais militares de outros estados, a diferença é gritante”, declarou.De acordo com o parlamentar, em São Paulo, “maior estado do País”, um policial em início de carreira recebe cerca de R$ 1 mil, enquanto o de Brasília, no início, ganha R$ 4 mil. “O que queremos é, justamente, acabar com essas distorções, fazendo com que policiais militares de todo o País, tenham a mesma remuneração”, disse.
O sargento Paulo Araújo de Oliveira, do Espírito Santo - um dos manifestantes que esteve no Congresso -, defendeu a proposta, afirmando que policiais militares e bombeiros militares precisam ter salários iguais em todos os estados para que possam prestar melhor serviço à sociedade. “Também para que eles e seus familiares tenham condições de viver com mais tranquilidade”, ressaltou.Em 2009, o Disque Câmara (0800 619 619) recebeu 36 mil ligações de apoio à PEC, que já foi aprovada em comissão especial e está pronta para a votação em Plenário.
Parlamentares manifestam apoio ao movimento dos militares
Policiais militares e bombeiros ocuparam ontem as galerias do Plenário da Câmara, onde diversos deputados defenderam a aprovação da PEC 300/08. Ao manifestar apoio à proposta, Jair Bolsonaro (PP-RJ) alertou ser possível que os governadores questionem os efeitos da PEC 300/08 no Supremo Tribunal Federal, por meio de ação direta de inconstitucionalidade.
Já Sérgio Petecão (PMN-AC) espera que nenhuma estratégia regimental seja usada para adiar a votação da proposta. Ele observou que a maioria dos deputados é favorável à equiparação salarial, por isso, não haveria razão para prorrogar a apreciação da PEC.
Na opinião de José Airton Cirilo (PT-CE), melhores salários para policiais militares e integrantes do Corpo de Bombeiros são essenciais para uma sociedade mais tranquila. Segundo André Vargas (PT-PR), aprovar a PEC 300/08 é fazer justiça. Ele entende ser “inaceitável” a disparidade salarial observada entre os estados da federação.
José Maia Filho (DEM-PI) disse esperar que o presidente Michel Temer cumpra o compromisso assumido no final do ano passado e coloque a PEC em votação. Ele também defendeu a aprovação do Fundo Nacional de Segurança, “para que nenhum governo estadual use a falta de recursos como desculpa para não garantir mais segurança à população brasileira”.
Ilderlei Cordeiro (PPS-AC) pediu a inclusão dos policiais civis nos benefícios da PEC 300/08. Na opinião do deputado, a proposta pode transformar-se na PEC da Segurança Pública. Por sua vez, Asdrubal Bentes (PMDB-PA), declarou que a disparidade existente entre os salários das PMs do Distrito Federal e do Pará, por exemplo, é injustificável, já que os perigos aos quais estão expostos são os mesmos.
Também Armando Abílio (PTB-RS) ressaltou que os policiais militares que atuam nos estados prestam serviços relevantes à sociedade e precisam ser valorizados. Segundo Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), é importante sanar as desigualdades para levar tranquilidade à sociedade e fazer justiça social a esses profissionais.
Paes de Lira (PTC-SP) destacou que muitos policiais estão passando dificuldades e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) ressaltou que os salários dos militares encontram-se defasados. Fátima Bezerra (PT-RN) reafirmou seu compromisso pela valorização da categoria que, segundo também ressaltou, perdeu seu poder de compra ao longo dos últimos anos. Além da PEC 300, Jorginho Maluly (DEM-SP) defendeu a aprovação da PEC 549/06, que equipara o salário dos delegados ao do dos integrantes do Ministério Público.Lincoln Portela destaca distorções nos gastos com segurança
O deputado Lincoln Portela (PR-MG) destacou que, enquanto as famílias de alguns detentos têm direito a um auxílio reclusão de R$ 600 e o Estado gasta cerca de R$ 2 mil com cada preso, os policiais do Rio de Janeiro recebem R$ 900 por mês.
Neudo Campos (PP-RR) pediu celeridade na votação da matéria e Francisco Rodrigues (DEM-RR) alertou a Casa para o fato de os efetivos de todo o Brasil possuírem despesas e necessidades semelhantes, o que, para ele, não admite disparidades salariais entre os trabalhadores dos estados e os do Distrito Federal.
Segundo Jô Morais (PCdoB-MG), a mobilização em torno da aprovação da PEC 300 representa não apenas a discussão em torno da remuneração de uma categoria profissional, mas do debate sobre as políticas públicas para a segurança.
Na avaliação de Mauro Nazif (PSB-RO) e Leonardo Monteiro (PT-MG), a aprovação da proposta dará mais dignidade à categoria, que, segundo Nazif, apresenta alto índice de distúrbios emocionais e psicológicos.
Já Elismar Prado (PT-MG) afirmou que apesar de o Brasil ter avançado em condições sociais, a segurança pública é a maior preocupação dos brasileiros. Por isso, defendeu a aprovação da PEC 300.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Policiais e bombeiros cobram aprovação de PEC sobre piso salarial

01/02/2010 20:00
Cerca de cinco mil profissionais da segurança pública devem participar em Brasília, na manhã desta terça-feira, de uma manifestação pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que cria um piso salarial para os policiais e bombeiros militares com base na remuneração do Distrito Federal, a maior do País.
Segundo o deputado Capitão Assumção (PSB-ES), os participantes vão marchar da Catedral de Brasília ao Congresso Nacional. A manifestação tem o apoio da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares.
O relator da PEC, deputado Major Fábio (DEM-PB), disse que o piso salarial dessas carreiras deve ficar em torno de R$ 4,5 mil. Arnaldo Faria de Sá justificou a proposta: "Os policiais de Brasília têm uma remuneração bancada por um fundo federal, e em comparação com os profissionais de outros estados a diferença é gritante. O que nós queremos é acabar com as distorções e fazer com que todos os policiais militares do Brasil tenham o mesmo salário."
Em 2009, o Disque Câmara (0800 619 619) recebeu 36 mil ligações de apoio à PEC, que já foi aprovada em comissão especial e está pronta para a votação em Plenário.
A partir de agora estamos no twitter pec_300
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
PEC 300: companheiros do Maranhão e Pará chegam à Capital.
Acabamos de receber os primeiros heróis que irão mudar a nossa história nesse país de injustiças. Vindo do Pará, o capitão bentes chega trazendo as boas novas. A caravana de bombeiros e policiais vinda do Pará, composta de cinco ônibus já está na estrada para a maior mobilização nacional e chegará pela manhã de terça-feira (02).Da mesma forma, vindo de Barra do Corda, do nosso querido Estado do Maranhão, os primeiros companheiros estão em nosso gabinete: Cabo Coelho, Presidente da AREPOM/BC (Associação dos Policiais Militares de Barra do Corda-MA), Cb Rodrigues, Cb Maciel e Sd Eliézio e com uma história bastante gloriosa.
Percorrendo mais de dois mil quilômetros, sem condição financeira nenhuma e revezando na direção, obtiveram, durante o trajeto, passando por quatro estados, o apoio financeiro de policiais ao longo da via. Cada um ajudava de alguma forma. Combustível, alimentação, etc.
Coelho afirmou que nada impediria, a não ser Deus, de estarem em Brasília. E foi o que aconteceu. todos os policiais que se encontravam com os nossos destemidos, deram a eles mais do que manifestação de apoio, contribuiram também pecuniariamente. Parabéns aos nossos companheiros que acabam de chegar. PEC 300, nós acreditamos.
Pressão total em Brasíila pela aprovação da PEC 300
Chegam nesta terça-feira em Brasília dois ônibus com 88 policiais militares, bombeiros e pensionistas do Rio. Eles ficarão até o dia 5 na capital federal, ao lado de outros servidores dessas categorias de todo país, para pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), a cumprir sua promessa de marcar a data da votação da Proposta de Emenda à Consituição (PEC) 300/2008 logo no retorno do recesso do Congresso Nacional. A PEC estipula que nenhum PM ou bombeiro do Brasil, ativo ou inativo, possa receber salários menores do que os colegas de Brasília, os mais bem pagos do país.
- Estamos num momento único para a categoria dos militares estaduais. Não podemos esmorecer. A votação da PEC 300 é uma verdadeira revolução para a Segurança Pública. Policiais e bombeiros querem ser tratados com respeito e ter um salário condizente com suas responsabilidades. Não queremos gratificações ou bolsas. Queremos aumento salarial real - afirmou Miguel Cordeiro, presidente da Associação de Policiais e Bombeiros Ativos e Inativos (Assinap).





